Veja 10 ações para cultivar um ambiente de confiança que atrai clientes e talentos para a empresa

A confiança é a base de todos os relacionamentos. Por isso, culturas e líderes que, ao invés de cultivarem a confiança, estabelecem mecanismos de controle em nome da produtividade não irão gerar engajamento, saúde mental da equipe e valor para os stakeholders a longo prazo.

Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pela empresa Visier, 83% dos funcionários admitem fingir trabalhar parte do dia para se mostrarem ocupados. O estudo apontou, por exemplo, que trabalhadores de empresas que utilizam ferramentas de fiscalização das suas atividades são cinco vezes mais propensos a fingir que trabalham do que funcionários em companhias que não as aplicam.

Outros estudos da Great Place to Work, empresa global que avalia a cultura organizacional e o ambiente de trabalho em todo o mundo, também comprovam que as empresas que cultivam a confiança têm maior retenção de talentos, maior satisfação dos funcionários e maior produtividade.

O escritor Stephen Covey, mundialmente conhecido pelo livro “Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes” e outras obras referências em eficácia e liderança, enfatiza que sem a confiança as relações são frágeis e propensas a conflitos.

A importância da liderança

A base da confiança para o líder é acreditar no potencial humano, começando com acreditar no próprio potencial e isso se conquista com autoconhecimento e desenvolvimento atrelado a propósito.

“Líderes que acreditam que desenvolver pessoas é investir em fonte abundante de criatividade, inovação e oportunidade para todos, geram ambientes em que os problemas se repetem pouco porque as pessoas estão verdadeiramente engajadas”, ressalta Juliana de Souza, que atua com diálogos de transformação de equipes e resultados e é trainer da Interhunter Academy.

Por que olhar para a confiança

Se há confiança, os colaboradores se sentem seguros para expressar suas opiniões, contribuir com ideias e se comprometer de verdade com os objetivos da empresa. “Quando uma organização é reconhecida por ser confiável, sua reputação melhora, atraindo clientes, parceiros e talentos”, diz Juliana.

A confiança permite ainda que as empresas evitem excesso de burocracia e controle excessivo. “Quando os líderes confiam em suas equipes, eles se comunicam de forma transparente e podem delegar responsabilidades de forma clara”, acrescenta Thais Gonzales, especialista em comunicação assertiva e trainer da Interhunter Academy.

As traineres Thais Gonzales e Juliana de Souza listaram 10 ações para cultivar um ambiente de confiança que atrai clientes e talentos.

Confira!

  1. Comunicação transparente: estabeleça uma cultura de comunicação aberta e honesta. Compartilhe informações relevantes sobre as estratégias, desafios e conquistas;
  • Feedback de aprendizagem: crie um ambiente onde os funcionários se sintam seguros para fazer perguntas, expressar as suas preocupações e, principalmente, possam aprender com seus acertos e erros;
  • Empatia: desenvolva nos líderes e nas equipes a escuta ativa e a conexão com sentimentos e necessidades. A empatia é uma habilidade que precisa ser abordada constantemente, assim como a vulnerabilidade;
  • Honestidade: seja consistente nas promessas feitas. Quando os líderes mantêm a sua palavra, ganham respeito e confiança;
  • Desenvolvimento: invista nas pessoas. Ao oferecer treinamentos e oportunidades de crescimento, mostrará compromisso em ajudá-las a alcançar seu potencial máximo;
  • Trabalho em equipe: incentive a colaboração e o apoio mútuo;
  • Valores: uma cultura de valores sólidos ajuda a guiar as ações de todos, reforçando a confiança em torno de uma visão compartilhada. Organize dinâmicas e diálogos para abordar os valores;
  • Reconhecimento: celebre as conquistas individuais e em equipe, reconheça os esforços. Essa atitude positiva cria um senso de motivação para continuar a se dedicar;
  • Erros: aceitar e corrigir os erros rapidamente é melhor do que coibir qualquer erro;
  1. Respeito: garanta que todos sejam tratados com respeito.

Se a sua empresa que fortalecer a cultura e implementar essas e outras ações, converse com a nossa equipe e conheça os nossos treinamentos focados em cultura, liderança e comunicação.

Entre em contato e saiba mais!

Veja 3 passos para estabelecer a conexão com clientes e criar estratégias de vendas

Quem, no universo de vendas, nunca esteve diante de frases como: “você deve ouvir as dores do seu cliente”, “entender a real necessidade do cliente é fundamental” ou “você já descobriu qual é o foco do seu cliente”?

Segundo Marcos Silvestre, trainer da Interhunter Academy, para compreender o que essas frases querem efetivamente dizer e assumir a postura de um bom negociador, é fundamental que se estabeleça uma conexão fiel com o cliente.

É necessário investir na relação de confiança.

“Tudo parece óbvio, mas sempre acreditei que fazer o seu cliente desconfiar do óbvio pode ser uma boa estratégia de vendas. Por incrível que pareça, às vezes, o negócio fica em segundo plano por algum momento”, diz Silvestre, que é consultor de gente e gestão com quase 40 anos de experiência no mercado de consumo, varejo e serviços B2B.

O cliente só irá se expor e compartilhar seus possíveis problemas se houver confiança. “O que nada tem a ver, ainda, com solução, produto ou serviço mágico que resolva”, acrescenta o especialista.

Veja 3 passos para estabelecer a conexão:

1) Desenvolva habilidade de escuta ativa e pratique.  

2) Entenda de fato o que é agir com empatia.  “Não é sobre ser simpático. A empatia exige total contato com o outro, tendo a sua necessidade como o mais importante.

3) Esteja presente no cliente, cumpra com as suas promessas e gere melhoria contínua a partir dos feedbacks que receber.

Essa relação de conexão precisa ser estabelecida para que não haja um gasto excessivo de energia e, consequentemente, possíveis e incontornáveis frustrações”, acrescenta Marcos Silvestre.

Autoconexão é o caminho para se conectar com o outro

Mas como chegar nesse relacionamento comercial forte e saudável sem conhecer as próprias reações diante das reações dos outros? Olhar para si primeiro é o caminho para se conectar com o outro.

“Literalmente, quanto mais nos conhecemos, mais passamos a conhecer as reações do outro e, assim, trabalhamos a seu favor, oferecendo soluções, sugestões e opiniões bastante pertinentes e eficazes. Por isso, desenvolver soft skills é urgente no time comercial”, recomenda Marcos Silvestre.

Boa conexão, boa negociação!

Tech no agro: é possível seguir carreira sem morar no campo

O agronegócio não depende mais somente da terra disponível ou do conhecimento exclusivo do produtor. A tecnologia está dando lugar a um agronegócio ainda mais produtivo e digital. Com novos profissionais, automatização e softwares, o campo está sendo revolucionado.

E, mais, você sabia que não necessariamente o profissional deverá morar no campo para exercer a profissão? Uma tendência que aparece é a possibilidade de atuar em times, como engenheiros e desenvolvedores, morando na cidade. Dá para imaginar?

Essa nova realidade está trazendo benefícios para os produtores e para todo o setor. Para olhar para as novidades de forma positiva e aproveitar as oportunidades, é importante:

  1. Estar aberto à mudança: reconheça que a adoção de novas tecnologias traz benefícios significativos para o negócio, como aumento da eficiência, redução de custos e melhores resultados;
  • Buscar capacitação e enxergar aprendizado: para aproveitar ao máximo a tecnologia no campo, priorize a capacitação e aprender sobre as novas ferramentas e soluções disponíveis. Invista em treinamentos, cursos e certificações que permitam aprofundar seu conhecimento e adquirir habilidades necessárias para utilizar as tecnologias de forma eficaz;
  • Fazer parcerias: trabalhe em conjunto pode trazer conhecimentos complementares, compartilhamento de recursos e melhores resultados. O recrutamento e seleção de profissionais pode, por exemplo, ser realizado por uma empresa especializada, como a Hunter4Agro.
  • Avaliar o retorno do investimento: pondere os custos, benefícios e o potencial impacto financeiro e operacional que a tecnologia proporciona. Realize uma análise cuidadosa antes de tomar decisões para garantir que o investimento esteja alinhado com objetivos da empresa.

Quer saber mais sobre carreiras e oportunidades no agronegócio? Confira os posts abaixo:

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

Transformação digital abre oportunidades para profissionais no Agronegócio

Quer saber mais? Acompanhe o nosso site https://hunter4agro.com.br e a nossa rede social @hunter4agro / Hunter4Agro no Linkedin.

Transformação digital abre oportunidades para profissionais no agronegócio

A transformação digital está relacionada ao processo de adoção e integração de tecnologias digitais em todas as áreas de uma organização. A aplicação estratégica de tecnologia melhora a eficiência, a produtividade e a qualidade dos produtos. É por isso que o tema está no foco da atenção de quem trabalha ou almejar trabalhar no agronegócio.

Utilizar tecnologias digitais para criar ou modificar modos de funcionamento de negócios, cultura e experiências do cliente é essencial para que as empresas se mantenham relevantes, competitivas e preparadas para enfrentar os desafios e oportunidades atuais.

Com a transformação digital, é possível gerar mudanças significativas nas operações, processos, produtos e serviços. As empresas podem tomar decisões e responder de forma mais ágil às demandas dos clientes. Além disso, com processos bem estabelecidos provocam eficiência operacional.

Por isso, não é apenas uma tendência, mas sim uma necessidade. No caso do agronegócio, especialmente, será essencial para impulsionar o setor rumo a um futuro mais conectado e produtivo”, ressalta Glaucia Benvegnú, diretora de marketing e relacionamento da Inter4Agro, consultoria de recrutamento e seleção especializada no segmento agro.

Segundo ela, profissionais que dominam as habilidades digitais, como análise de dados, IoT, automação e marketing digital, serão cada vez mais procurados.

O meio ambiente também ganha!

Sim, a transformação digital tem relação com a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis. A agricultura de precisão, por exemplo, permite a aplicação precisa de insumos agrícolas, reduzindo o uso excessivo de fertilizantes e pesticidas.

A análise de dados geoespaciais, por sua vez, auxilia na gestão eficiente dos recursos naturais, como a água.

Parcerias e novos mercados no Agro

Através do e-commerce e do marketing digital, as empresas agrícolas podem alcançar consumidores globais, estabelecer parcerias e diversificar suas fontes de receita.

Cenário promissor

Os profissionais com conhecimento e experiência em transformação digital terão boas oportunidades no agronegócio.

Quer saber mais sobre carreiras e oportunidades no agronegócio?

Confira o post abaixo:

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

Somos uma consultoria especializada em criar rede de contato eficiente no AGRO. Acompanhe o nosso site hunter4agro.com.br e a nossa rede social @hunter4agro.

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

O Agronegócio tem se consolidado como um setor estratégico da economia, com um papel fundamental na produção de alimentos e no desenvolvimento sustentável. Não é à toa que, no início de 2023, carreiras ligadas ao agro ficaram entre as mais promissoras.

A habilidade de conciliar a produção agrícola com a preservação dos recursos naturais, por exemplo, será muito valorizada. Este será um campo vasto para profissionais comprometidos com a sustentabilidade.

A transformação digital também está revolucionando o agronegócio, abrindo oportunidades para profissionais que dominam conceitos e práticas de marketing digital, comércio eletrônico, análise de dados e logística.

Confira as 5 tendências que estão despertando o interesse de profissionais nesse setor em constante evolução e que estão no nosso ponto de atenção na área de recrutamento e seleção:

  1. Tecnologia e Inovação: A inovação tecnológica tem desempenhado um papel crucial na modernização do agronegócio. A aplicação de tecnologias avançadas, como drones, inteligência artificial e big data, está mudando a forma como as atividades agrícolas são realizadas. Isso requer especialistas em tecnologia agrícola e digital, capazes de implementar e gerenciar essas soluções.
  • Agronomia de Precisão: Esta é uma tecnologia avançada para monitorar, mapear e gerenciar o cultivo de forma precisa e continuará a crescer em 2023. Profissionais especializados serão fundamentais para maximizar a eficiência produtiva, reduzir custos e minimizar o impacto ambiental. Eles utilizarão sensoriamento remoto, análise de dados geoespaciais e modelagem de cultivos para fornecer insights valiosos aos produtores.
  • Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental: Espera-se que a redução do impacto ambiental e a preservação dos recursos naturais sejam prioridades no agronegócio moderno. Essa visão abre espaço para a gestão ambiental, agronomia de precisão e tecnologias sustentáveis.
  • Globalização do Agronegócio: Cada vez mais integrado ao mercado global, o agro deve criar oportunidades para comércio internacional, logística, marketing digital e gestão de cadeias de suprimentos.
  • Valorização da Qualidade e Segurança Alimentar: Os consumidores estão mais conscientes em relação aos alimentos que consomem. Profissionais especializados em certificações, gestão da qualidade e segurança alimentar são essenciais.

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Omnichannel: área tendência do varejo buscará profissionais que saibam integrar vários canais de vendas

O Omnichannel está ganhando cada vez mais espaço no varejo brasileiro. O termo pode ser entendido como “unificação de canais” e propõe a integração dos meios de comunicação para que o consumidor tenha a mesma experiência na loja física e no ambiente on-line.

“As compras on-line aumentaram muito nos últimos anos. Em algumas empresas, é o principal canal de vendas. Com essa realidade, passou a ser necessário unir todos os canais e traçar estratégias para melhorar a experiência do cliente e potencializar as vendas”, explica Dandara Silva, consultora de recrutamento e seleção da Interhunter.

Essa é uma novidade que impõe uma nova dinâmica de relacionamento com consumidores e que exige das empresas uma forma diferente de fazer estoque e SAC, por exemplo. Também influencia em como a própria equipe comercial cultivará relacionamentos e realizará as suas vendas.

Equipe comercial com conhecimento em Omnichannel

Segundo Dandara, pensar em Omnichannel é, portanto, pensar em cuidar da experiência positiva do cliente. “Seja no B2B ou B2C, são estratégias de vendas direcionadas para melhorar experiências em todos os canais de atuação. Aí vem o desafio: o mercado precisa de profissionais atentos ao Omnichannel”, ressalta.

Dandara conduziu um processo seletivo recentemente e uma das exigências é que o profissional precisava saber lidar com essa integração. “Vejo que é um diferencial, hoje, um candidato da área comercial, marketing e trade marketing entender do assunto”.

Se você atua em uma dessas áreas, veja 7 tópicos que precisa saber sobre o assunto:

  1. Com Omnichannel, o cliente se sente parte de uma experiência que faz parte de um todo;
  2. As áreas das empresas deverão ser integradas. O cliente pode comprar na loja virtual e trocar em qualquer loja física, por exemplo. Para isso, o processo logístico deverá ser transformado.
  3. O atendimento ao cliente também é modificado e passa a ter condições de resolver todos os problemas dos consumidores independentemente de onde eles vieram;
  4. Os canais de telefone, chat, redes sociais e outros estão integrados em uma plataforma única;
  5. O marketing tem um papel essencial para propor estratégias para que o cliente transite entre lojas físicas e virtuais, tendo acesso às mesmas informações e preços;
  6. Já as áreas administrativa e financeira devem conduzir todas as movimentações entre as lojas;
  7. O cliente Omnichannel quer facilidade, conveniência, agilidade e eficiência (e tudo ao mesmo tempo agora). Repensar o negócio com este olhar é urgente;

Busque se capacitar nessa área e suas chances serão maiores em busca de novas oportunidades de trabalho.

Confira 5 atitudes essenciais para aprimorar a sua Escuta Ativa

A trainer Thais Gonzales conduzindo treinamento de Comunicação Assertiva na Hershey’s

O conceito de escuta ativa surgiu a partir do campo da psicologia e da comunicação interpessoal. Uma das influências significativas foi o psicólogo Carl Rogers, que enfatizava a importância da empatia e da compreensão nas relações humanas. 

Rogers foi uma das referências para o psicólogo Marshall Rosenberg, o sistematizador da Comunicação Não Violenta. Ele propôs um modelo de comunicação que valoriza a escuta empática e, assim, abre caminhos para a expressão autêntica de sentimentos e necessidades em busca soluções colaborativas.

“A escuta ativa é uma habilidade essencial na Comunicação Não Violenta, pois permite a compreensão profunda dos próprios sentimentos e necessidades em harmonia com o que é importante para a outra pessoa”, explica a jornalista Thais Gonzales, nossa trainer e especialista em comunicação consciente e empática.

Segundo ela, ouvir atentamente e mostrar interesse verdadeiro no que o outro diz são formas de gerar conexão na comunicação. “A escuta ativa nos ajuda a evitar respostas defensivas, a sair de um comportamento agressivo e a fazer julgamentos. É uma habilidade essencial para promover relações saudáveis na vida e no trabalho”, acrescenta Thais.

A escuta ativa envolve, pelo menos, 4 princípios fundamentais:

  1. Estar presente é o primeiro passo: observe a sua atenção, pensamentos e sentimentos. Depois, busque a conexão com as necessidades da outra pessoa;
  • Acolher o que escuta: tenha consciência do que chega até você;
  • Colaboração e conexão: refaça o que escuta com cuidado;
  • Desapego: deixe de lado diagnósticos, rótulos e cresças. Tenha a consciência de que os seus julgamentos não são verdades.

A escuta ativa é um ato de generosidade, respeito e empatia que nos ajuda a criar um ambiente seguro e acolhedor para a expressão de ideias, o desenvolvimento de soluções criativas e a resolução de conflitos”, ressalta a nossa trainer e facilitadora da Comunicação Não Violenta.

Workshop de Comunicação Não Violenta com a equipe comercial da Val Group

Essa é uma habilidade e, portanto, pode ser aprimorada.

Por onde começar?

Pratique as 5 atitudes listadas pela Thais abaixo:

  1. Mostre empatia: use expressões, como “escuto o que você me diz”, “parece que isso é importante para você”, “me conecto com essa necessidade”;
  • Aprenda a lidar com o silêncio: você não precisa falar, dar soluções ou fazer comparações para que o outro se sinta melhor. Escutar é lidar com o silêncio também;
  • Evite distrações: concentre-se totalmente no que a pessoa está falando sem pensar nos problemas que você tem para resolver;
  • Faça perguntas: demonstre interesse para entender melhor a situação e, assim, a comunicação será mais eficaz;
  • Não interrompa e nem antecipe o pensamento da pessoa: deixe que ela termine de falar. Então, você pode checar se escutou corretamente o que ela quis comunicar.

Quer desenvolver a escuta ativa e uma comunicação

eficaz em sua equipe?

 Temos treinamentos de comunicação assertiva e não violenta.

Entre em contato e saiba mais!

Saiba mais sobre a hipersegmentação, tema de destaque na APAS Show

Em sua 37ª edição, a APAS Show continua sendo reconhecida como o maior evento de alimentos e bebidas das Américas e o maior de supermercados do mundo. Ela é uma verdadeira fonte de negócios.

Acompanhamos as novidades e fortalecemos o relacionamento com os nossos clientes entre os dias 15 e 18 de maio. O evento reuniu mais de 130 mil pessoas no Expo Center Norte, em São Paulo, e quebrou recorde de visitações. Foram 850 expositores, sendo mais de 200 internacionais, distribuídos em cinco pavilhões e 78 mil m² de exposição.

Desde tecnologias até o gerenciamento de estoque e sistemas de pagamentos, os expositores mostraram o que há de mais atual e promissor para o negócio. “Em um mundo novo e complexo, é unânime que é preciso inovar e construir resiliência”, conta Glaucia Benvegnú, diretora de relacionamento e marketing da Interhunter.

Acompanhando as mudanças nos hábitos de consumo do brasileiro, a APAS fez o reforço do posicionamento “Além de alimentos e bebidas”. Sim, o foco é olhar também para a inovação, logística, infraestrutura, equipamentos, entre outros pontos essenciais para o sucesso no varejo.

O Congresso de Gestão ressaltou ainda a importância de o setor supermercadista oferecer novas experiências aos consumidores, pensando na dimensão humana, no e-commerce e na expansão digital.

Glaucia e Lacerda, diretores da Interhunter

 “Nesse contexto, o crescimento do consumo de alimentos frescos e saudáveis e a hipersegmentação, que se caracteriza pela fragmentação do mercado em nichos específicos, são fortes tendências para aquecer o mercado nacional”, acrescenta Glaucia.

Tamanha a importância dos produtos naturais e orgânicos, houve um Pavilhão exclusivo e dedicado ao FFLV (flores, frutas, legumes e verduras) e todas as suas frentes. A área foi dividida em três temas: Fresh Station, de produtos orgânicos; Fresh Farm, espaço de experiências; e Natural Station, com itens saudáveis e naturais.

Já sobre a hipersegmentação, Lee Peterson trouxe a definição de “Supernova”, um conceito que propõe lojas menores mais próximas dos clientes. São comércios locais que podem se desenvolver a custos menores e que geram menor consumo de energia e produção de resíduos.

É o que ele chama de mercado de proximidade. Exemplos desse tipo de negócio são: lojas de conveniência, postos de gasolina, açougues, farmácias, entre outros.

“Enxergamos boas oportunidades nessas parcerias e acreditamos na visão que prioriza a sustentabilidade e a responsabilidade social”, ressalta Carlos Lacerda, diretor da Interhunter e especialista nas áreas comercial, marketing e trade marketing.

Seguimos atentos aos temas que movimentam o varejo. Estamos prontos para apoiar clientes das indústrias de bens de consumo na atração e no recrutamento de talentos.

Confira como a Lei de Proteção de Dados impacta as relações de trabalho

Os dados sempre tiveram importância, mas ganharam ainda mais relevância e notoriedade atualmente. A era digital aumentou exponencialmente a quantidade de informações produzidas e coletadas. Com este acontecimento, a proteção de dados se tornou um tema crucial para garantir os direitos das pessoas diante de tantas mudanças.

Para proteger a privacidade e os dados pessoais dos cidadãos, foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados. Segundo Adolpho Moura, advogado especialista no assunto e trainer da Interhunter Academy, a LGPD beneficia a sociedade como um todo, pois garante que as informações pessoais sejam tratadas de forma transparente, segura e adequada.

“Além disso, fomenta a inovação e a confiança nas relações comerciais. Para as empresas, o cumprimento da lei pode resultar em ganhos reputacionais e redução de riscos jurídicos”, explica Adolpho.

Nesta entrevista, ele compartilha informações valiosas sobre como a LGPD impacta o mundo do trabalho. Confira!

Outros países também olham para a proteção de dados?

Sim, a proteção de dados é uma preocupação global e a maioria dos países possui leis específicas sobre o tema. A União Europeia, por exemplo, possui o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que serviu de inspiração para a elaboração da LGPD no Brasil. Além disso, outros países, como Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, têm leis de proteção de dados semelhantes em vigor.

A LGPD impacta as relações de trabalho? Como?

Sim, a LGPD impacta as relações de trabalho de diversas formas. Ela impõe obrigações às empresas quanto à proteção dos dados de seus funcionários, desde o processo seletivo até o término do vínculo empregatício. Além disso, a lei estabelece limites para a coleta e o tratamento de informações pessoais dos empregados, como dados de saúde e informações sobre a vida privada. As empresas precisam se adequar à LGPD para evitar riscos jurídicos e reputacionais, o que pode exigir mudanças nos processos de trabalho e na cultura organizacional.

E como impacta no recrutamento e seleção?

A lei estabelece regras para a coleta, o uso e o armazenamento de informações pessoais dos candidatos. As empresas precisam obter o consentimento dos candidatos para o tratamento de seus dados pessoais e devem garantir a segurança dessas informações. Além disso, as empresas não podem coletar informações sensíveis dos candidatos sem uma base legal específica, como dados de saúde ou opiniões políticas. A LGPD exige que as empresas revisem seus processos de recrutamento e seleção, desde a triagem de currículos até as perguntas feitas na própria entrevista.

O que Muda para consultorias de recrutamento e para o RH interno das empresas?

De acordo com a LGPD, as informações pessoais dos candidatos (currículos, por exemplo) devem ser coletadas de forma adequada, transparente e com base em uma das hipóteses legais previstas na lei. As informações devem ser armazenadas de forma segura e somente pelo tempo necessário para a finalidade que motivou a sua coleta. Assim, é preciso estabelecer políticas claras de cada dado que é armazenado, por quanto tempo ele será armazenado e garantir que todas essas informações estejam claras para o candidato.

Tem algum tipo de pergunta que os recrutadores NÃO podem fazer mais nas entrevistas?

A LGPD traz uma preocupação muito grande com os dados sensíveis. Assim, perguntas relacionadas a origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, dados de saúde dos candidatos devem ser evitados, a depender do cargo que está sendo trabalhado.

Outras perguntas de cunho extremamente pessoal como, estado civil, bens que o candidato é proprietário, relação com filhos e outros familiares também devem ser evitadas. Devemos ter em mente que, além da LGPD, essas perguntas expõem as empresas a um grande risco reputacional, dado o potencial viral negativo que essas práticas possuem nas redes sociais. 

O que toda a pessoa deveria saber sobre LGPD?

Que a LGPD confere aos titulares de dados pessoais alguns direitos importantes, como o direito de acessar seus próprios dados, solicitar a correção de informações incorretas, solicitar a exclusão dos dados quando não houver mais uma base legal para o seu tratamento, além de poder se opor a determinados tipos de tratamento de dados.

A lei também estabelece regras sobre como esses dados devem ser coletados, usados, armazenados e compartilhados, a fim de evitar abusos e proteger a privacidade dos indivíduos.

O que todo o candidato a uma vaga de emprego deveria saber sobre LGPD?

A lei estabelece regras sobre como as empresas devem tratar seus dados pessoais durante o processo seletivo. Os dados devem ser coletados de forma adequada e segura, com base em uma das hipóteses legais previstas na lei, e os candidatos devem ser informados sobre quais dados serão coletados e qual será a finalidade do uso dessas informações.

Além disso, eles têm o direito de acessar seus próprios dados, solicitar a correção de informações incorretas, solicitar a exclusão dos dados quando não houver mais uma base legal para o seu tratamento, além de poder se opor a determinados tipos de tratamento de dados.

A sua empresa precisa de apoio para se adequar à LGPD? Converse com a gente e conheça a proposta de treinamento e consultoria do Adolpho para este tema.

Grupo Interhunter: conheça três soluções para fortalecer a cultura e potencializar os resultados da sua empresa

A cultura de uma empresa é construída a partir de valores, crenças e comportamentos que são compartilhados no dia a dia. Uma cultura forte atrai e mantém talentos, clientes e boas parcerias. Portanto, a forma com que a organização conduz seu negócio e como trata as pessoas influencia na produtividade e no sucesso dos resultados da organização.

A cultura envolve todas as interações, que começam no recrutamento, seleção e atração profissionais alinhados com o Fit cultural, passa pelo treinamento e desenvolvimento de pessoas e pelas ações que visam fortalecer os valores, promover o engajamento e a sinergia, e repercute no dia a dia.

Foi considerando esse contexto que a Interhunter formou um grupo com três empresas com atuação segmentada para apoiar o RH interno de forma completa.

Veja como podemos fortalecer a cultura e potencializar os resultados da sua empresa:

Interhunter

Com 15 anos de história, é a primeira empresa do grupo focada na consultoria de Recrutamento e Seleção para a indústria de bens de consumo. Temos três  áreas de especialização principalmente: Comercial, Marketing e Trade Marketing em todo o Brasil.

Atuamos de forma muito personalizada e oferecemos um trabalho de Recrutamento e Seleção criterioso, seguro e de excelência.

Hunter4Tech

A H4T é a empresa do grupo especializada na busca, atração e seleção de profissionais exclusivamente nas áreas de Tecnologia e Transformação Digital em todo Brasil.

A escassez de talentos nessas áreas nos levou a trabalhar prioritariamente com hunting. Isto significa que somos engajados em criar rede de contatos eficiente e especialistas em buscas desafiadoras pelo colaborador ideal.

Interhunter Academy

A Interhunter Academy é a nossa empresa do grupo especializada em Educação Corporativa. Contamos com time robusto de trainers especialistas em liderança, cultura organizacional, comunicação assertiva e não violenta, segurança da informação, treinamento de equipes comerciais e LGPD.

Treinamos, capacitamos e construímos formações e mentorias para líderes e equipes nas áreas mais inovadoras nas organizações. Os nossos trainers compartilham metodologia estruturada e vivência corporativa.

Por que escolher um grupo que atua de forma segmentada

A diretora de relacionamento e marketing da Interhunter, Glaucia Benvegnu, explica que a segmentação garante a assertividade e agilidade nas entregas. A customização permite que o projeto seja feito “sob medida” e não como solução pronta “de prateleira”.

Crescimento à vista

Com este olhar atento às necessidades de cada cliente, em breve, o grupo ampliará a sua atuação e apresentará ao mercado mais uma empresa segmentada com foco em um dos principais negócios do Brasil.

“Estamos sempre em movimento, escutando o que o cliente precisa, observando as mudanças no mercado. Assim, ampliamos as nossas soluções e oferecemos o apoio completo que o RH interno necessita. As três empresas, juntas, somam grande força e competências”, ressalta Glaucia.