Veja 10 ações para cultivar um ambiente de confiança que atrai clientes e talentos para a empresa

A confiança é a base de todos os relacionamentos. Por isso, culturas e líderes que, ao invés de cultivarem a confiança, estabelecem mecanismos de controle em nome da produtividade não irão gerar engajamento, saúde mental da equipe e valor para os stakeholders a longo prazo.

Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pela empresa Visier, 83% dos funcionários admitem fingir trabalhar parte do dia para se mostrarem ocupados. O estudo apontou, por exemplo, que trabalhadores de empresas que utilizam ferramentas de fiscalização das suas atividades são cinco vezes mais propensos a fingir que trabalham do que funcionários em companhias que não as aplicam.

Outros estudos da Great Place to Work, empresa global que avalia a cultura organizacional e o ambiente de trabalho em todo o mundo, também comprovam que as empresas que cultivam a confiança têm maior retenção de talentos, maior satisfação dos funcionários e maior produtividade.

O escritor Stephen Covey, mundialmente conhecido pelo livro “Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes” e outras obras referências em eficácia e liderança, enfatiza que sem a confiança as relações são frágeis e propensas a conflitos.

A importância da liderança

A base da confiança para o líder é acreditar no potencial humano, começando com acreditar no próprio potencial e isso se conquista com autoconhecimento e desenvolvimento atrelado a propósito.

“Líderes que acreditam que desenvolver pessoas é investir em fonte abundante de criatividade, inovação e oportunidade para todos, geram ambientes em que os problemas se repetem pouco porque as pessoas estão verdadeiramente engajadas”, ressalta Juliana de Souza, que atua com diálogos de transformação de equipes e resultados e é trainer da Interhunter Academy.

Por que olhar para a confiança

Se há confiança, os colaboradores se sentem seguros para expressar suas opiniões, contribuir com ideias e se comprometer de verdade com os objetivos da empresa. “Quando uma organização é reconhecida por ser confiável, sua reputação melhora, atraindo clientes, parceiros e talentos”, diz Juliana.

A confiança permite ainda que as empresas evitem excesso de burocracia e controle excessivo. “Quando os líderes confiam em suas equipes, eles se comunicam de forma transparente e podem delegar responsabilidades de forma clara”, acrescenta Thais Gonzales, especialista em comunicação assertiva e trainer da Interhunter Academy.

As traineres Thais Gonzales e Juliana de Souza listaram 10 ações para cultivar um ambiente de confiança que atrai clientes e talentos.

Confira!

  1. Comunicação transparente: estabeleça uma cultura de comunicação aberta e honesta. Compartilhe informações relevantes sobre as estratégias, desafios e conquistas;
  • Feedback de aprendizagem: crie um ambiente onde os funcionários se sintam seguros para fazer perguntas, expressar as suas preocupações e, principalmente, possam aprender com seus acertos e erros;
  • Empatia: desenvolva nos líderes e nas equipes a escuta ativa e a conexão com sentimentos e necessidades. A empatia é uma habilidade que precisa ser abordada constantemente, assim como a vulnerabilidade;
  • Honestidade: seja consistente nas promessas feitas. Quando os líderes mantêm a sua palavra, ganham respeito e confiança;
  • Desenvolvimento: invista nas pessoas. Ao oferecer treinamentos e oportunidades de crescimento, mostrará compromisso em ajudá-las a alcançar seu potencial máximo;
  • Trabalho em equipe: incentive a colaboração e o apoio mútuo;
  • Valores: uma cultura de valores sólidos ajuda a guiar as ações de todos, reforçando a confiança em torno de uma visão compartilhada. Organize dinâmicas e diálogos para abordar os valores;
  • Reconhecimento: celebre as conquistas individuais e em equipe, reconheça os esforços. Essa atitude positiva cria um senso de motivação para continuar a se dedicar;
  • Erros: aceitar e corrigir os erros rapidamente é melhor do que coibir qualquer erro;
  1. Respeito: garanta que todos sejam tratados com respeito.

Se a sua empresa que fortalecer a cultura e implementar essas e outras ações, converse com a nossa equipe e conheça os nossos treinamentos focados em cultura, liderança e comunicação.

Entre em contato e saiba mais!

Veja 3 passos para estabelecer a conexão com clientes e criar estratégias de vendas

Quem, no universo de vendas, nunca esteve diante de frases como: “você deve ouvir as dores do seu cliente”, “entender a real necessidade do cliente é fundamental” ou “você já descobriu qual é o foco do seu cliente”?

Segundo Marcos Silvestre, trainer da Interhunter Academy, para compreender o que essas frases querem efetivamente dizer e assumir a postura de um bom negociador, é fundamental que se estabeleça uma conexão fiel com o cliente.

É necessário investir na relação de confiança.

“Tudo parece óbvio, mas sempre acreditei que fazer o seu cliente desconfiar do óbvio pode ser uma boa estratégia de vendas. Por incrível que pareça, às vezes, o negócio fica em segundo plano por algum momento”, diz Silvestre, que é consultor de gente e gestão com quase 40 anos de experiência no mercado de consumo, varejo e serviços B2B.

O cliente só irá se expor e compartilhar seus possíveis problemas se houver confiança. “O que nada tem a ver, ainda, com solução, produto ou serviço mágico que resolva”, acrescenta o especialista.

Veja 3 passos para estabelecer a conexão:

1) Desenvolva habilidade de escuta ativa e pratique.  

2) Entenda de fato o que é agir com empatia.  “Não é sobre ser simpático. A empatia exige total contato com o outro, tendo a sua necessidade como o mais importante.

3) Esteja presente no cliente, cumpra com as suas promessas e gere melhoria contínua a partir dos feedbacks que receber.

Essa relação de conexão precisa ser estabelecida para que não haja um gasto excessivo de energia e, consequentemente, possíveis e incontornáveis frustrações”, acrescenta Marcos Silvestre.

Autoconexão é o caminho para se conectar com o outro

Mas como chegar nesse relacionamento comercial forte e saudável sem conhecer as próprias reações diante das reações dos outros? Olhar para si primeiro é o caminho para se conectar com o outro.

“Literalmente, quanto mais nos conhecemos, mais passamos a conhecer as reações do outro e, assim, trabalhamos a seu favor, oferecendo soluções, sugestões e opiniões bastante pertinentes e eficazes. Por isso, desenvolver soft skills é urgente no time comercial”, recomenda Marcos Silvestre.

Boa conexão, boa negociação!

Tech no agro: é possível seguir carreira sem morar no campo

O agronegócio não depende mais somente da terra disponível ou do conhecimento exclusivo do produtor. A tecnologia está dando lugar a um agronegócio ainda mais produtivo e digital. Com novos profissionais, automatização e softwares, o campo está sendo revolucionado.

E, mais, você sabia que não necessariamente o profissional deverá morar no campo para exercer a profissão? Uma tendência que aparece é a possibilidade de atuar em times, como engenheiros e desenvolvedores, morando na cidade. Dá para imaginar?

Essa nova realidade está trazendo benefícios para os produtores e para todo o setor. Para olhar para as novidades de forma positiva e aproveitar as oportunidades, é importante:

  1. Estar aberto à mudança: reconheça que a adoção de novas tecnologias traz benefícios significativos para o negócio, como aumento da eficiência, redução de custos e melhores resultados;
  • Buscar capacitação e enxergar aprendizado: para aproveitar ao máximo a tecnologia no campo, priorize a capacitação e aprender sobre as novas ferramentas e soluções disponíveis. Invista em treinamentos, cursos e certificações que permitam aprofundar seu conhecimento e adquirir habilidades necessárias para utilizar as tecnologias de forma eficaz;
  • Fazer parcerias: trabalhe em conjunto pode trazer conhecimentos complementares, compartilhamento de recursos e melhores resultados. O recrutamento e seleção de profissionais pode, por exemplo, ser realizado por uma empresa especializada, como a Hunter4Agro.
  • Avaliar o retorno do investimento: pondere os custos, benefícios e o potencial impacto financeiro e operacional que a tecnologia proporciona. Realize uma análise cuidadosa antes de tomar decisões para garantir que o investimento esteja alinhado com objetivos da empresa.

Quer saber mais sobre carreiras e oportunidades no agronegócio? Confira os posts abaixo:

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

Transformação digital abre oportunidades para profissionais no Agronegócio

Quer saber mais? Acompanhe o nosso site https://hunter4agro.com.br e a nossa rede social @hunter4agro / Hunter4Agro no Linkedin.

Transformação digital abre oportunidades para profissionais no agronegócio

A transformação digital está relacionada ao processo de adoção e integração de tecnologias digitais em todas as áreas de uma organização. A aplicação estratégica de tecnologia melhora a eficiência, a produtividade e a qualidade dos produtos. É por isso que o tema está no foco da atenção de quem trabalha ou almejar trabalhar no agronegócio.

Utilizar tecnologias digitais para criar ou modificar modos de funcionamento de negócios, cultura e experiências do cliente é essencial para que as empresas se mantenham relevantes, competitivas e preparadas para enfrentar os desafios e oportunidades atuais.

Com a transformação digital, é possível gerar mudanças significativas nas operações, processos, produtos e serviços. As empresas podem tomar decisões e responder de forma mais ágil às demandas dos clientes. Além disso, com processos bem estabelecidos provocam eficiência operacional.

Por isso, não é apenas uma tendência, mas sim uma necessidade. No caso do agronegócio, especialmente, será essencial para impulsionar o setor rumo a um futuro mais conectado e produtivo”, ressalta Glaucia Benvegnú, diretora de marketing e relacionamento da Inter4Agro, consultoria de recrutamento e seleção especializada no segmento agro.

Segundo ela, profissionais que dominam as habilidades digitais, como análise de dados, IoT, automação e marketing digital, serão cada vez mais procurados.

O meio ambiente também ganha!

Sim, a transformação digital tem relação com a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis. A agricultura de precisão, por exemplo, permite a aplicação precisa de insumos agrícolas, reduzindo o uso excessivo de fertilizantes e pesticidas.

A análise de dados geoespaciais, por sua vez, auxilia na gestão eficiente dos recursos naturais, como a água.

Parcerias e novos mercados no Agro

Através do e-commerce e do marketing digital, as empresas agrícolas podem alcançar consumidores globais, estabelecer parcerias e diversificar suas fontes de receita.

Cenário promissor

Os profissionais com conhecimento e experiência em transformação digital terão boas oportunidades no agronegócio.

Quer saber mais sobre carreiras e oportunidades no agronegócio?

Confira o post abaixo:

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

Somos uma consultoria especializada em criar rede de contato eficiente no AGRO. Acompanhe o nosso site hunter4agro.com.br e a nossa rede social @hunter4agro.

Descubra 5 tendências e as carreiras promissoras no Agronegócio

O Agronegócio tem se consolidado como um setor estratégico da economia, com um papel fundamental na produção de alimentos e no desenvolvimento sustentável. Não é à toa que, no início de 2023, carreiras ligadas ao agro ficaram entre as mais promissoras.

A habilidade de conciliar a produção agrícola com a preservação dos recursos naturais, por exemplo, será muito valorizada. Este será um campo vasto para profissionais comprometidos com a sustentabilidade.

A transformação digital também está revolucionando o agronegócio, abrindo oportunidades para profissionais que dominam conceitos e práticas de marketing digital, comércio eletrônico, análise de dados e logística.

Confira as 5 tendências que estão despertando o interesse de profissionais nesse setor em constante evolução e que estão no nosso ponto de atenção na área de recrutamento e seleção:

  1. Tecnologia e Inovação: A inovação tecnológica tem desempenhado um papel crucial na modernização do agronegócio. A aplicação de tecnologias avançadas, como drones, inteligência artificial e big data, está mudando a forma como as atividades agrícolas são realizadas. Isso requer especialistas em tecnologia agrícola e digital, capazes de implementar e gerenciar essas soluções.
  • Agronomia de Precisão: Esta é uma tecnologia avançada para monitorar, mapear e gerenciar o cultivo de forma precisa e continuará a crescer em 2023. Profissionais especializados serão fundamentais para maximizar a eficiência produtiva, reduzir custos e minimizar o impacto ambiental. Eles utilizarão sensoriamento remoto, análise de dados geoespaciais e modelagem de cultivos para fornecer insights valiosos aos produtores.
  • Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental: Espera-se que a redução do impacto ambiental e a preservação dos recursos naturais sejam prioridades no agronegócio moderno. Essa visão abre espaço para a gestão ambiental, agronomia de precisão e tecnologias sustentáveis.
  • Globalização do Agronegócio: Cada vez mais integrado ao mercado global, o agro deve criar oportunidades para comércio internacional, logística, marketing digital e gestão de cadeias de suprimentos.
  • Valorização da Qualidade e Segurança Alimentar: Os consumidores estão mais conscientes em relação aos alimentos que consomem. Profissionais especializados em certificações, gestão da qualidade e segurança alimentar são essenciais.

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Omnichannel: área tendência do varejo buscará profissionais que saibam integrar vários canais de vendas

O Omnichannel está ganhando cada vez mais espaço no varejo brasileiro. O termo pode ser entendido como “unificação de canais” e propõe a integração dos meios de comunicação para que o consumidor tenha a mesma experiência na loja física e no ambiente on-line.

“As compras on-line aumentaram muito nos últimos anos. Em algumas empresas, é o principal canal de vendas. Com essa realidade, passou a ser necessário unir todos os canais e traçar estratégias para melhorar a experiência do cliente e potencializar as vendas”, explica Dandara Silva, consultora de recrutamento e seleção da Interhunter.

Essa é uma novidade que impõe uma nova dinâmica de relacionamento com consumidores e que exige das empresas uma forma diferente de fazer estoque e SAC, por exemplo. Também influencia em como a própria equipe comercial cultivará relacionamentos e realizará as suas vendas.

Equipe comercial com conhecimento em Omnichannel

Segundo Dandara, pensar em Omnichannel é, portanto, pensar em cuidar da experiência positiva do cliente. “Seja no B2B ou B2C, são estratégias de vendas direcionadas para melhorar experiências em todos os canais de atuação. Aí vem o desafio: o mercado precisa de profissionais atentos ao Omnichannel”, ressalta.

Dandara conduziu um processo seletivo recentemente e uma das exigências é que o profissional precisava saber lidar com essa integração. “Vejo que é um diferencial, hoje, um candidato da área comercial, marketing e trade marketing entender do assunto”.

Se você atua em uma dessas áreas, veja 7 tópicos que precisa saber sobre o assunto:

  1. Com Omnichannel, o cliente se sente parte de uma experiência que faz parte de um todo;
  2. As áreas das empresas deverão ser integradas. O cliente pode comprar na loja virtual e trocar em qualquer loja física, por exemplo. Para isso, o processo logístico deverá ser transformado.
  3. O atendimento ao cliente também é modificado e passa a ter condições de resolver todos os problemas dos consumidores independentemente de onde eles vieram;
  4. Os canais de telefone, chat, redes sociais e outros estão integrados em uma plataforma única;
  5. O marketing tem um papel essencial para propor estratégias para que o cliente transite entre lojas físicas e virtuais, tendo acesso às mesmas informações e preços;
  6. Já as áreas administrativa e financeira devem conduzir todas as movimentações entre as lojas;
  7. O cliente Omnichannel quer facilidade, conveniência, agilidade e eficiência (e tudo ao mesmo tempo agora). Repensar o negócio com este olhar é urgente;

Busque se capacitar nessa área e suas chances serão maiores em busca de novas oportunidades de trabalho.

Confira 5 atitudes essenciais para aprimorar a sua Escuta Ativa

A trainer Thais Gonzales conduzindo treinamento de Comunicação Assertiva na Hershey’s

O conceito de escuta ativa surgiu a partir do campo da psicologia e da comunicação interpessoal. Uma das influências significativas foi o psicólogo Carl Rogers, que enfatizava a importância da empatia e da compreensão nas relações humanas. 

Rogers foi uma das referências para o psicólogo Marshall Rosenberg, o sistematizador da Comunicação Não Violenta. Ele propôs um modelo de comunicação que valoriza a escuta empática e, assim, abre caminhos para a expressão autêntica de sentimentos e necessidades em busca soluções colaborativas.

“A escuta ativa é uma habilidade essencial na Comunicação Não Violenta, pois permite a compreensão profunda dos próprios sentimentos e necessidades em harmonia com o que é importante para a outra pessoa”, explica a jornalista Thais Gonzales, nossa trainer e especialista em comunicação consciente e empática.

Segundo ela, ouvir atentamente e mostrar interesse verdadeiro no que o outro diz são formas de gerar conexão na comunicação. “A escuta ativa nos ajuda a evitar respostas defensivas, a sair de um comportamento agressivo e a fazer julgamentos. É uma habilidade essencial para promover relações saudáveis na vida e no trabalho”, acrescenta Thais.

A escuta ativa envolve, pelo menos, 4 princípios fundamentais:

  1. Estar presente é o primeiro passo: observe a sua atenção, pensamentos e sentimentos. Depois, busque a conexão com as necessidades da outra pessoa;
  • Acolher o que escuta: tenha consciência do que chega até você;
  • Colaboração e conexão: refaça o que escuta com cuidado;
  • Desapego: deixe de lado diagnósticos, rótulos e cresças. Tenha a consciência de que os seus julgamentos não são verdades.

A escuta ativa é um ato de generosidade, respeito e empatia que nos ajuda a criar um ambiente seguro e acolhedor para a expressão de ideias, o desenvolvimento de soluções criativas e a resolução de conflitos”, ressalta a nossa trainer e facilitadora da Comunicação Não Violenta.

Workshop de Comunicação Não Violenta com a equipe comercial da Val Group

Essa é uma habilidade e, portanto, pode ser aprimorada.

Por onde começar?

Pratique as 5 atitudes listadas pela Thais abaixo:

  1. Mostre empatia: use expressões, como “escuto o que você me diz”, “parece que isso é importante para você”, “me conecto com essa necessidade”;
  • Aprenda a lidar com o silêncio: você não precisa falar, dar soluções ou fazer comparações para que o outro se sinta melhor. Escutar é lidar com o silêncio também;
  • Evite distrações: concentre-se totalmente no que a pessoa está falando sem pensar nos problemas que você tem para resolver;
  • Faça perguntas: demonstre interesse para entender melhor a situação e, assim, a comunicação será mais eficaz;
  • Não interrompa e nem antecipe o pensamento da pessoa: deixe que ela termine de falar. Então, você pode checar se escutou corretamente o que ela quis comunicar.

Quer desenvolver a escuta ativa e uma comunicação

eficaz em sua equipe?

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Entre em contato e saiba mais!

Veja 6 atitudes que não podem faltar em uma comunicação assertiva e não violenta

A girafa é o símbolo da Comunicação Não Violenta

Diferente do que muitos pensam, comunicar-se de forma clara e assertiva não é um dom exclusivo para poucas pessoas. Essa capacidade pode ser desenvolvida por todos e é, hoje, umas das competências mais valorizadas nas empresas.  

Por que as organizações passaram a olhar tanto para essa habilidade nos últimos tempos? A pesquisa State of Remote Work 2022, realizada pela Buffer, indica a resposta: a comunicação foi o maior desafio no trabalho remoto. É o que aponta o levantamento que ouviu mais 2 mil profissionais em 16 países.

Sem dúvidas, a pandemia trouxe à tona a dificuldade que muitas empresas tinham para se comunicar de forma assertiva. O cenário não mudou muito. Líderes e equipes continuam diante da necessidade de argumentar, negociar, defender ideias, convencer, apresentar projetos, transmitir mensagens estratégicas, engajar, resolver problemas com agilidade e lidar com conversas difíceis.

“Distantes e desengajados, a produtividade cai. Sem cuidar das relações, as pessoas adoecem, a cultura da organização enfraquece, há retrabalho, atrasos e mais conflitos. Por isso, a comunicação passou a ser compreendida como uma soft skills essencial no mundo do trabalho”, explica Thais Gonzales, jornalista especialista em Comunicação Não Violenta e trainer da Interhunter Academy.

Segundo ela, tão importante quanto saber o que falar é como falar. “E mais importante do que pensar em falar, certamente, é escutar com presença e curiosidade. É abrir espaço para o diálogo”, acrescenta.

Uma comunicação puramente racional, portanto, não é eficaz. Para influenciar, conquistar a confiança e promover a colaboração, você terá que trilhar um novo caminho.

Recalculando a rota

Repensar a comunicação é como recalcular a rota durante um percurso. Gera certo desconforto incialmente e depois se torna a melhor decisão.

O seu mapa será a Comunicação Não Violenta

A Comunicação Não-Violenta (CNV) foi sistematizada pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg e é uma prática revolucionária que propõe uma nova forma de se relacionar e que apresenta ferramentas importantes para superar os obstáculos que aparecem nas relações causados pela forma cada um se comunica.

Não é ser ‘bonzinho’. É sobre honestidade, empatia e conexão. É um convite para conhecer as suas necessidades e estar em harmonia com as necessidades do outro”, ressalta a trainer.

Roda de Comunicação Não Violenta com a trainer Thais Gonzales na Val Group

Por onde começar? Veja 6 atitudes que não podem faltar em uma comunicação assertiva e não violenta:

1- Não busque ser o vencedor, a vencedora, em uma conversa (reunião ou negociação). A ideia é fazer com que a relação progrida. Enxergue o encontro como um momento para que ambos possam se expressar;

2- Fale menos. Escute mais. A escuta ativa consiste em ouvir com interesse, sensibilidade e sem julgamento. Assim, você poderá ampliar a conexão;

3- No lugar de pensar em quem “está certo ou errado”, substitua por “agora que entendemos um ao outro, qual pode ser a melhor forma de lidar com essa situação?;

4- Ao invés de explodir e dizer que “aquela pessoa é responsável pela sua frustração ou raiva, olhe para dentro de si;

5- Pergunte mais e seja específico. Não desvie o assunto e não entre na zona do silêncio (aquela espécie de pirraça);

6- A CNV propõe: primeiro, observe o fato do acontecimento sem avaliações e julgamentos. Depois, tenha consciência dos seus sentimentos. Então, reflita sobre quais necessidades você quer proteger. Com essa consciência, será mais fácil encontrar alternativas para cuidar do que realmente é importante.

Compreender o que torna uma conversa difícil e buscar essa consciência e autoconexão são formas de desenvolver habilidades proativas de comunicação.

Roda de Comunicação no Camp Pinheiros

Indo além da teoria, nada melhor do que praticar!

Se o tema te interessa, entre em contato e saiba mais sobre os nossos treinamentos de Comunicação Assertiva e Não-Violenta.

Confira 5 tendências na área de recrutamento e seleção em um cenário de RH estratégico

As pessoas são o ativo mais importante de uma organização e têm o poder de influenciar seu crescimento e sucesso. Por isso, os problemas de RH passaram a ser encarados como problemas que podem impactar os negócios (para o bem ou mal).

Segundo Daiana Lopes, consultora de recrutamento e seleção da Interhunter, entre os desafios de muitas empresas, está a gestão da diversidade de idade, gênero, nacionalidade, etnia etc. Outros dois pontos que podem ser críticos são: 1- atrair talentos; 2- realizar as avaliações de Fit de trabalho e cultura.

Neste contexto, faz sentido que o RH trabalhe de forma integrada com os demais departamentos e não foque exclusivamente em atividades diárias isoladas, como acontecia até algum tempo.  

Ele deve, portanto, focar em ações estratégicas, cultura organizacional, implementação do ESG e treinamentos. Para dar conta de suas novas responsabilidades, a parceria da equipe interna com uma consultoria especializada suprirá também a importante demanda de recrutamento e seleção de talentos.

Por que contar com o apoio de uma consultoria de recrutamento e seleção?

“Porque ‘tempo é dinheiro’. As empresas estão, cada vez mais, envolvidas em seus planejamentos para alcançar resultados. Empresas sem RH têm menos tempo ainda para atrair talentos. Tendo um parceiro, otimizam o processo e trazem agilidade nas contratações”, diz Joanna Rocha, diretora de operações da Interhunter.

A consultoria de Recursos Humanos é responsável por ir mais adiante da atuação de uma agência de empregos. “Analisamos, por exemplo, como está o clima organizacional ou mapeamos quais habilidades técnicas e comportamentais serão necessárias para que determinado projeto seja viabilizado”, ressalta Daiana.

A consultora Dandara Silva, que também integra o super time Interhunter, traz estes aspectos relevantes: “a consultoria garante que o candidato está sendo avaliado com um crivo alto e, assim, tem mais chances de ser uma seleção promissora. Além disso, trabalhamos com tempo recorde para encontrar e selecionar os profissionais”.

Enquanto o RH estratégico trabalha de forma estruturada para que todos atinjam os seus objetivos, a consultoria de recrutamento e seleção atua considerando 5 fortes tendências. São elas:

Fit cultural: a taxa de rotatividade — entrada e saída de funcionários de uma empresa — é vista como um grande problema para o RH. Uma característica das novas gerações é que não permanecem muito tempo no mesmo emprego. Uma forma de evitar o aumento desse índice é investir em avaliações de perfil condizentes com a cultura da organização.

Essa adequação considera as soft skills, os elementos de personalidade do colaborador, a missão e os valores do negócio. A conexão com o local de trabalho e a identificação com as práticas da empresa resultam em maior permanência na função e fluidez no trabalho das equipes.

Tecnologia / Inovação:  a área de recrutamento e seleção está se apropriando da tecnologia para modernizar os processos e renovando velhas práticas que não cabem mais nos dias de hoje. Alguns exemplos dessas estratégias são softwares desenvolvidos especificamente para as necessidades de RH. Além disso, ocorrem as entrevistas por videoconferência, o que permite encontrar mais candidatos qualificados.

ESG: uma organização que pratica ESG demonstra maior preocupação com o bem-estar de colaboradores, clientes, fornecedores e de todo o público. Isso também se reflete na cultura e no clima organizacional. A inclusão passa a ser totalmente considerada nas etapas de contratações.

Redes sociais:  têm se mostrado ótimas ferramentas de negócios, sendo muito úteis na atração de novos talentos.

Humanização: além de tornar os processos mais seguros e ágeis, é fundamental humanizar as relações e conduzir o recrutamento com uma abordagem próxima e sutil.

Se o seu RH está vivendo alguns dos desafios que apresentamos, conte com o nosso apoio e experiência!

Entre em contato e saiba mais sobre como podemos fortalecer o seu time a partir do recrutamento assertivo.

NRF 2023: novas estratégias devem movimentar o varejo

Crédito foto: NRF

A NRF 2023, o maior evento do varejo mundial, reuniu cerca de 40 mil pessoas, de mais de 70 países, entre os dias 15 e 17 de janeiro em Nova York. A feira antecipou movimentos importantes para o comércio e abordou temas, como ESG, loja física no centro das estratégias, equipe de vendas como embaixadores da marca e cultura digital decentralizada.

Confira os nossos destaques sobre a NRF 2023 no post de hoje!

Após os dois anos de incertezas causadas pela pandemia, especialistas acreditam que o varejo passa por uma época de reorganização de suas atividades.

Além de discutir sobre como integrar digital e mundo físico e usar o Metaverso para criar novas formas dinâmicas de interação entre as pessoas, há uma preocupação de todos com o operacional e fazer o básico bem-feito.

Loja física é estratégica

O consumidor sentiu falta da experiência de comprar em loja. Por isso, foi sinalizado que as lojas físicas ganharam importância para oferecer experiência de consumo com conexão com as pessoas.

Vendedores são embaixadores da marca

Isso significa que desenvolver as equipes de vendas é fundamental para gerar a experiência de compra que os consumidores estão buscando.

John Furner, presidente do conselho da NRF e CEO da Walmart nos Estados Unidos, chegou a dizer que o varejo é impulsionado por gente e é preciso continuar servindo bem.

Mesmo em um mundo conectado e digitalizado, as empresas estão pensando em como usar a tecnologia combinando com pontos de contato físico. Aspectos humanos devem ser considerados para o sucesso dos negócios.

ESG para valer

Temas sociais e ambientais já apareceram em outras edições da NRF, mas nada se compara com o destaque deste ano. As empresas levaram resultados e apresentaram como ESG precisa acontecer na prática.

O consumir está valorizando marcas que o ajudam a ser mais sustentáveis.

 

Veja 10 razões para as indústrias de bens de consumo se comprometerem com ESG e 3 passos para começar

 

Crédito foto: NRF

Estruturar dados e comunidade digital

As redes sociais aproximaram o consumidor das marcas. As empresas devem estruturar muito bem a coleta e a interpretação dos dados.

A consultoria global WGSN, autoridade em previsão de tendências, apontou como uma das tendências para até 2025 a descentralização da mídia digital. O movimento é investir em micro e pequenos influenciadores para atingir públicos menores, mas mais fiéis. 

De acordo com o relatório, a cultura digital está evoluindo “do macro para o micro”. Nos próximos dois anos, a Geração Z impulsionará uma mudança da cultura de massa para a microcultura. Gerará um aumento de criadores, comunidades e plataformas baseadas em interesses que incentivam a internet a se tornar menor.

Gerar pertencimento e unir propósitos podem, portanto, desertar mais conexão com o consumidor

Migração moderna

Segundo a consultoria, entre 2020 e 2025, será considerado um período histórico em relação à migração moderna. As pessoas estão saindo de suas cidades e países por força ou escolha.

Economia circular

Muitas marcas lançaram iniciativas de sustentabilidade e materiais reciclados. Em 2023, deve haver um novo impulso para iniciativas ligadas à preservação do meio ambiente em todo o varejo.

Inteligência artificial

Uma das apostas é a aplicação de Inteligência Artificial em processos logísticos para garantir o suprimento e o abastecimento dos produtos com menor estoque.

Outra tendência são projeções holográficas para a demonstração de produtos ou serviços.

E agora?

Crédito foto: NRF

Sabemos que o contexto é incerto. Justamente por isso, é essencial observar as tendências do varejo.

Esperamos ter contribuído com essa compilação de informações valiosas sobre a NRF 2023.